Se vais construir no Paraguai, a primeira reunião com uma construtora costuma durar uma hora e deixa uma sensação: confiança ou neblina. O erro é ir para que te vendam uma imagem. A reunião útil é outra: sair com respostas sobre obras que se podem visitar, sobre como se monta um orçamento e sobre quem te fala quando o terreno não coincide com o desenho.

Pontos-chave

  • Pede para ver obra, não só pasta: Um portfólio no ecrã monta-se numa tarde.
  • Quem fala e quem decide: Pergunta quem será o teu interlocutor em projeto e em obra, com que frequência há reporte e o que acontece se essa pessoa não estiver.
  • Como se constrói o número: Não peças um m² mágico na primeira hora.
  • Leitura do lote e do clima: Leva fotos do terreno, estremas e rua.
  • O que levar por escrito: Pede um resumo: alcance tentativo, próximos passos, o que precisam de ti.

Pede para ver obra, não só pasta

Um portfólio no ecrã monta-se numa tarde. Uma obra percorre-se. Pede duas ou três obras visitáveis, mesmo que por foto recente com data. Se a resposta é “depois enviamos renders”, já tens um dado.

Pede para ver obra, não só pasta — Reunião de projeto sobre uma mesa com plantas no Paraguai

Quem fala e quem decide

Pergunta quem será o teu interlocutor em projeto e em obra, com que frequência há reporte e o que acontece se essa pessoa não estiver. Se vives fora, essa pergunta vale mais do que o moodboard.

Como se constrói o número

Não peças um m² mágico na primeira hora. Pede o método: rubricas, exclusões, como se documentam mudanças. Um total solto não é um acordo.

Leitura do lote e do clima

Leva fotos do terreno, estremas e rua. Assunção não se resolve igual a um lote na Cordillera. Quem não pergunta pelo lote está a vender uma casa genérica.

O que levar por escrito

Pede um resumo: alcance tentativo, próximos passos, o que precisam de ti. Se não há passo seguinte claro, não houve reunião: houve uma conversa comercial.

Termos do texto

rubricas
Partidas do orçamento de obra (estrutura, instalações, acabamentos, etc.).
estrema
Limite compartilhado com o lote vizinho; condiciona janelas, alturas e privacidade.

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes

O que implica pede para ver obra, não só pasta?

Um portfólio no ecrã monta-se numa tarde. Uma obra percorre-se. Pede duas ou três obras visitáveis, mesmo que por foto recente com data. Se a resposta é “depois enviamos renders”, já tens um dado.

O que implica quem fala e quem decide?

Pergunta quem será o teu interlocutor em projeto e em obra, com que frequência há reporte e o que acontece se essa pessoa não estiver. Se vives fora, essa pergunta vale mais do que o moodboard.

O que implica como se constrói o número?

Não peças um m² mágico na primeira hora. Pede o método: rubricas, exclusões, como se documentam mudanças. Um total solto não é um acordo.

O que implica leitura do lote e do clima?

Leva fotos do terreno, estremas e rua. Assunção não se resolve igual a um lote na Cordillera. Quem não pergunta pelo lote está a vender uma casa genérica.

O que implica o que levar por escrito?

Pede um resumo: alcance tentativo, próximos passos, o que precisam de ti. Se não há passo seguinte claro, não houve reunião: houve uma conversa comercial.

Próximo passo

Se não há passo seguinte claro, não houve reunião: houve uma conversa comercial. Se quiser aplicar isto ao seu caso, pode consultar a MU com o lote e o programa sobre a mesa.